Segundo o Gartner, 40% dos projetos com agentes de IA serão cancelados até 2027.
Assusta? Nem tanto, quando você vê de perto como muitos desses projetos nascem: no hype, sem resolver uma dor real.
Nos últimos anos, liderando projetos de IA em diversos setores, aprendemos uma coisa: IA sem contexto é só custo. IA sem supervisão humana é risco. IA sem ROI é moda.
Por que tantos projetos são cancelados?
Aqui estão 3 erros clássicos que se repetem com frequência, e o que fazemos diferente no Sanada Labs para ficar do lado dos 60% que vão escalar.
Hype sem clareza do problema real
O “Agente Inteligente” não é solução mágica.
Sem entender o processo, os gargalos invisíveis, o impacto nas pessoas, vira só mais um chatbot engessado — ou um assistente que ninguém usa.
O que funciona: Diagnosticar com profundidade. Cocriar com quem vive o problema na ponta. Desenhar protótipos rápidos e testar no campo real.
Falta de supervisão e evolução
Um agente de IA é vivo. Ele aprende, erra, precisa de governança.
Sem supervisão, o risco vai de vieses sutis até inconsistências graves.
O que funciona: Definir responsabilidades humanas desde o dia zero. Quem vai supervisionar? Quem vai treinar? Quem atualiza os dados? É isso que garante segurança e escalabilidade.
Não medir ROI nem alinhar times
Muitos projetos falham porque ninguém sabe dizer: “Valeu a pena?”.
Se a IA não gera economia real de tempo, dinheiro ou risco, ou não libera as pessoas para tarefas de maior valor, o entusiasmo morre rápido.
O que funciona: Métricas vivas, monitoradas do início ao fim. ROI real, não estimado no chute. E times integrados — TI, operação, negócio, jurídico.
No fim, não é sobre tecnologia. É sobre propósito.
Projetos de IA que sobrevivem têm algo em comum: resolvem um problema tão chato que ninguém quer voltar a viver sem a solução.
E você? Já viu projetos morrerem por falta de propósito?
Vamos aprender juntos pra ficar do lado dos 60% que geram impacto de verdade.